Viver a Quinta

Numa região tradicionalmente de floresta, a CASA VELHA constitui o edifício inicial de uma propriedade agrícola centenária na encosta sobranceira que, entre frondosos medronheiros, altivos sobreiros e pinheiros, observa a foz da Ribeira da Sertã, na albufeira do Rio Zêzere.

A quinta em que se insere percorreu no último centenário um sinuoso caminho, rico em amores e desamores, histórias de encantar, vidas humedecidas pelo suor rude do trabalho no campo e sons de alegria do crescimento de crianças.

Actualmente, a CASA VELHA mantém bem visível a sua presença na aldeia, revelando através do xisto das suas paredes a autoridade de um passado de experiências e trabalho, de vivências e ensinamentos. Envolvida pela floresta da vila que foi berço de D. Nuno Álvares Pereira (dista 5 km de Cernache do Bonjardim e 14 km da sede de concelho, a Sertã), a CASA VELHA usufrui ainda da brisa da albufeira do Castelo de Bode, onde a apenas 8 km se encontram praias fluviais e desportos náuticos (Trízio) em cujas águas mergulham achigãs, barbos e carpas em abundância (Vale da Ursa, Dornes, Fernandaires).

A CASA VELHA assume igualmente uma importância vital na Quinta do Maio. É nela que estão as origens da prática agrícola e pecuária da propriedade, da apanha anual da azeitona galega e do paciente fabrico do azeite, da vindima e da delicada vinificação, do maneio do rebanho de ovelhas da raça Merino Precoce, da tosquia e da pastagem, da apanha de fruta de cada época, do pão que sai quente do forno a lenha, dos ovos frescos que as madrugadoras galinhas não hesitam em diariamente oferecer. Mas também dos bons momentos com os amigos, dos convívios e dos petiscos, da partilha e da festa, da música e da brincadeira, dos banhos soalheiros na piscina e dos passeios nos caminhos da floresta adjacente. Do todo-o-terreno, do BTT, da canoagem, do jogging e dos passeios de burro.

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