Fora da Quinta

Portugal é um país pitoresco, festivo, solarengo e muito, muito animado. Fora da quinta, encontra facilmente registos e oportunidades para se envolver neste espírito genuíno, fazendo parte de momentos que certamente irá recordar.

Ficam algumas sugestões.

 

Pitoresco

Arraial Santos Populares

De Junho a Outubro, sob o pretexto de venerar um santo milagreiro com suposta acção local, as diversas aldeias portuguesas promovem de festas de cariz popular e religioso, com música, comida, jogos tradicionais e feira. As festas de Trízio (Sertã), Catraia (Proença-a-Nova), Atalaia (Lourinhã), constituem registos interessantes, para além das épicas comemorações do Santo António de Lisboa e do São João do Porto.

Touradas, Corridas e Festas de Toiros

De Março a Novembro, de norte a sul do país, a tauromaquia e a arte equestre assume-se em grandes cartazes que anunciam momentos de festa nas vilas e cidades portuguesas onde se lidam touros bravos. Vila Franca e a Festa do Colete Encarnado, Abiúl e as Festas de Agosto (praça mais antiga do país), Santarém, Almeirim e Monforte habituaram os portugueses a bons momentos, alternativos às míticas quintas-feiras do Campo Pequeno em Lisboa.

Matança do Porco

Ao longo do ano, as casas tradicionais do interior do país engordam um porco que, numa festa pré-anunciada é morto, esfolado e retalhado em família. Das mãos destas gentes surgem os enchidos tradicionais (farinheiras, mouros, chouriço de sangue, etc.).

Folclore

A tradição e usos populares (vestuário, práticas do quotidiano, cantares e até poesia popular) organizam-se frequentemente por todo o Portugal em Ranchos Folclóricos (grupos musicais de cantares com trajes e adereços regionais) e constituem um registo interessante da etnografia e tradição nacionais.

Feiras e Mercados Regionais

Entre lendas e tradições ancestrais, o comércio de cariz regional organiza-se em todo o país em mercados e feiras para onde converge a população de cada zona. Os Mercados de Santana (Benedita), Tomar, Estremoz, e as Feiras do Capão de Freamunde, Golegã e Santarém constituem exemplos genuínos do comércio tradicional nacional.

Desfile do Casamento Tradicional

O casamento tradicional português segue um ritual que liga religião, banquete, cerimónia e diversas acções pitorescas. Habitualmente ao fim-de-semana, congrega nas igrejas multidões que, posando com a sua melhor veste, comemoram a união do casal, num encontro de culturas (urbanos, emigrantes, rurais). Banquete, desfile de trajes e automóveis engalanados, música e rituais de sorte e boas-vindas.

 

Gastronómico

Vinho, Queijo, Azeite e Enchidos

Ser português é conhecer o bom vinho – tinto, branco, rosé, licoroso ou espumante, bebê-lo acompanhado do bom queijo – de cabra, ovelha ou vaca, de bom azeite (extra-virgem, aromatizado ou limpo) e claro, dos enchidos de carne.

Doçaria Conventual

A tradição que emana dos mosteiros, conventos e abadias, associada às técnicas de confecção de ovos, amêndoa e cereais manifesta-se em registos extraordinários de doçaria conventual, arte bem portuguesa.

O Pão em Forno de Lenha

As famílias das zonas rurais mantém em Portugal os tradicionais fornos de lenha, como infraestrutura essencial à semanal cozedura dos pães de trigo, centeio e milho, que ao longo de todo o ano compõem as mesas nacionais.

A Cabidela

A galinha pedrês portuguesa tem como destino habitual um prato emblemático designado por Cabidela. Um avinagrado guisado de arroz com o sangue e pedaços da carne desta ave pitoresca constituem um registo gastronómico que tem mais de saboroso do que de consensual.

As Migas de Couve, Feijão e Broa

Trata-se de mais um registo da gastronomia popular portuguesa, criada com elementos modestos e abundantes nos campos nacionais. Numa mistura de couves, feijão e pão-de-milho, envoltos em azeite e sal, acompanham muitos dos pratos de carne e peixe, independentemente da região.

As 1001 formas de comer Bacalhau

Seja Cozido na consoada, à lagareiro com batatas a murro, em pequenos Pastéis na tasca, em “Pataniscas” com arroz de feijão, “Com Natas” no restaurante, “No Alguidar” ou em “Meia Desfeita”, o bacalhau é um denominador comum na mesa portuguesa.

O Cozido à Portuguesa

Imagine uma travessa com batatas e couves cozidas, arroz, 10 tipologias de carnes (vaca, aves, porco, vitela...) e enchidos (farinheira, morcela, chouriça de sangue, moura...), servidos em abundância. Este é um símbolo nacional, a que se convencionou chamar Cozido à Portuguesa

Açordas e Companhia

Pão embebido em água da cozedura, alho e coentros. Acompanha carne, peixe ou mesmo legumes. São sabores do sul de Portugal, apetecíveis em qualquer região.

Sopa da Pedra

Carnes e enchidos, muitos condimentos, feijão, batata, couve, louro, alho e quase tudo o que tiver à mão, com um caldo do cozido e a pedra que deu origem à lenda. Esta é a Sopa da Pedra!

 


História

- Lourinhã e os Dinossauros
- Óbidos, os Celtiberos, Fenícios, Romanos e Árabes
- Évora e o Templo de Diana
- Lisboa dos Celtas, Romanos, Germanos e Muçulmanos
- Foz Coa e a Arte Rupestre
- Tomar e os Templários
- Sertã, o Ouro e a Rota das Invasões Francesas

 

Cultura

- Malhoa, Bordalo Pinheiro, Túllio Victorino, Manuel Cargaleiro, Júlio Pomar e Vieira da Silva
- Amália, Alfredo Marceneiro e Marisa
- Carlos Barretto, Sassetti
- Carlos Paredes, Júlio Pereira
- Camões, Pessoa, Eça e Saramago
- Museu do Fado e da Guitarra Portuguesa (Lisboa) e Museu Malhoa (Caldas)

 

Desporto & Lazer

- Sol & Praia
- Futebol
- Desporto ao ar livre

 

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